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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Hojé é aniversário de Anne Rice

Anne Rice vem de Nova Orleans, Louisiana. Ela ganhou notoriedade como escritor do erotismo e romances de vampiros. Seu livro mais popular, Entrevista com o Vampiro, foi publicado em 1976 e, mais tarde transformado em um filme de mesmo nome, estrelado por Tom Cruise e Brad Pitt.

Citação

"O mal é sempre possível. Bondade é uma dificuldade."
- Anne Rice

Início da vida

  Batizada com o nome Howard Allen O'Briens, Rice mudou seu primeiro nome para "Anne" na primeira série. Ela foi criada Católica e frequentou a escola paroquial durante seus anos mais jovens. Em 1958, Rice se mudou para Richardson, Texas com sua família. Ela se formou na Richardson High School no ano seguinte.
Arroz estudou brevemente na Universidade do Texas da Mulher e North Texas State College. Após se casar com Stan Rice, ela finalmente se mudou para a Califórnia, onde obteve seu diploma na San Francisco State College. O casal viveu na região até o final de 1980. Depois de uma variedade de trabalhos, incluindo o trabalho como cozinheira, garçonete e seguro reivindicações examinador, Rice começou sua carreira como um escritor de romances de vampiros e erotismo.

Sucesso literário

Rice ganhou um público cult para seus romances sobrenaturais. Sua entrevista, primeiro com o Vampiro, foi publicado em 1976. O livro foi o primeiro em sua popular série Vampire Chronicles, que inclui: 1985 - O Vampiro Lestat; 1988 - A Rainha dos Condenados. Em 1996, Entrevista com o Vampiro foi transformado em um filme estrelado por Tom Cruise e Brad Pitt . 
Rice também é conhecida por seu erotismo sadomasoquista, incluindo o castigo da beleza (1984). Seus romances posteriores incluem Servo dos Ossos (1996) e Vittorio Vampiro (1999). Ela também escreveu ficção convencional usando o pseudônimo de Anne Rampling.

Mais tarde, funciona

Rice voltou para sua fé católica, em 1998, que teve um enorme impacto sobre o seu trabalho. Ela logo renunciou a seus romances de vampiros, a escolha de se concentrar em assuntos mais em linha com as suas convicções renovadas. Em 2005, Rice publicou Christ the Lord: Out of Egypt, seu primeiro romance de uma trilogia que narra a vida de Jesus. O segundo título da série, o Cristo Senhor: O Caminho para Caná, foi lançado em 2008.
Anjos também têm encontrado seu caminho para o trabalho de Rice. Ela criou uma série de thrillers sobrenaturais, Canções de Serafim, que explora temas do bem e do mal. O primeiro título, Angel Time, chegou as livrarias em 2009, seguido pelo Amor e do Mal, em 2011.

Vida Pessoal

Pouco antes de o furacão Katrina destruiu sua amada Nova Orleans em 2005, Rice havia se mudado para o sul da Califórnia. Mais tarde, ela se mudou para Palm Desert, Califórnia.
Rice foi casada com o poeta Stan Rice por 41 anos, até sua morte em 2002. Sua filha, Michele, nasceu em 1966 e morreu de leucemia em 1972, aos cinco anos de idade. Seu filho, Christopher, agora um romancista, nasceu em 1978.

Fonte: Site Bio True history (Em inglês)

domingo, 30 de setembro de 2012

Bartolomeu Campos de Queirós vence prêmio São Paulo 'in memorian'

Os escritores Bartolomeu Campos de Queirós e Suzana Montoro foram os vencedores do Prêmio São Paulo de Literatura 2012, entregue em cerimônia nesta segunda-feira, no Museu da Língua Portuguesa. Queirós, morto em janeiro, venceu na categoria Melhor Livro do Ano com a obra Vermelho Amargo (Cosac Naify, 72 páginas, 39,90 reais), considerada “inesquecível” pelo júri. Já Suzana levou o prêmio de Melhor Livro do Ano – Autor Estreante com Os Hungareses (Ofício das Palavras, 192 páginas, 30 reais).
Bartolomeu Campos de Queirós
Suzana Montoro
Em Vermelho Amargo, o narrador lembra a história de sua infância, marcada pela ausência da mãe e a convivência com uma madrasta indiferente, num relato com “intensa qualidade poética”, segundo os jurados do prêmio. Os Hungareses conta a saga de um grupo de imigrantes húngaros tentando se estabelecer no interior de São Paulo. O júri justificou sua escolha ao classificar a escrita de Suzana Montoro como “fluente e sensível".
Os escritores foram escolhidos a partir de uma lista com 20 finalistas, dez em cada categoria. Dentre os finalistas, estavam Adriana Lunardi, Hélio Pólvora, Bernardo Kucinski e Eliane Brum. O júri foi composto pela professora Helena Bonito Couto Pereira, o escritor e professor Fernando Augusto Magalhães Paixão, o livreiro Lucio Claudio Zaccara, o crítico literário Fábio Lucas Gomes e o bibliotecário Djair Rodrigues de Souza.
O prêmio é organizado pela Secretaria de Estado de Cultura de São Paulo desde 2008 e é inspirado pelo Booker Prize, premiação britânica focada em romances. Apesar de ter “São Paulo” no nome, autores de todo o Brasil podem concorrer ao prêmio literário, que oferece o maior valor em dinheiro aos vencedores, 200.000 reais para cada um.

Fonte: Site Revista Veja

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Rachel de Queiroz em 4 de agosto de 1977 é eleita a primeira mulher ocupante da Academia Brasileira de Letras

 Em 04 de agosto de 1977 Rachel de Queiroz foi eleita a primeira mulher a ocupar uma cadeira na Academia Brasileira de Letras, tornando-se a quinta ocupante da Cadeira 5 do patrono Bernardo Guimarães sucedendo Candido Motta Filho e recebida pelo Acadêmico Adonias Filho em 4 de novembro de 1977.
Rachel de Queiroz nasceu em  Fortaleza (CE), em 17 de novembro de 1910, e faleceu no Rio de Janeiro (RJ) em 4 de novembro de 2003. Filha de Daniel de Queiroz e de Clotilde Franklin de Queiroz, descende, pelo lado materno, da estirpe dos Alencar, parente portanto do autor ilustre de O Guarani, e, pelo lado paterno, dos Queiroz, família de raízes profundamente lançadas no  Quixadá e Beberibe.
Em 1917, veio para o Rio de Janeiro, em companhia dos pais que procuravam, nessa migração, fugir dos horrores da terrível seca de 1915, que mais tarde a romancista iria aproveitar como tema de O quinze, seu livro de estréia. No Rio, a família Queiroz pouco se demorou, viajando logo a seguir para Belém do Pará, onde residiu por dois anos.
Em 1919, regressou a Fortaleza e, em 1921, matriculou-se no  Colégio da Imaculada Conceição, onde fez o curso normal, diplomando-se em 1925, aos 15 anos de idade.
Estreou em 1927, com o pseudônimo de Rita de Queiroz, publicando trabalho no jornal O Ceará, de que se tornou afinal redatora efetiva. Em fins de 1930, publicou o romance O quinze, que teve inesperada e funda repercussão no Rio de em São Paulo. Com vinte anos apenas, projetava-se na vida literária do país, agitando a bandeira do romance de fundo social, profundamente realista na sua dramática exposição da luta secular de um povo contra a miséria e a seca.
O livro, editado às expensas da autora, apareceu em modesta edição de mil exemplares, impresso no Estabelecimento Gráfico Urânia, de Fortaleza.  Recebeu crítica de  Augusto Frederico Schmidt, Graça Aranha, Agripino Grieco e Gastão Gruls. A consagração veio com o Prêmio da Fundação Graça Aranha.
Em 1932, publicou um novo romance, intitulado João Miguel, e em 1937, retornou com Caminho de pedras. Dois anos depois, conquistou o prêmio da Sociedade Felipe de Oliveira, com o romance As três Marias. Em 1950, publicou em folhetins, na  revista O Cruzeiro, o romance  O galo de ouro.
Cronista emérita, publicou mais de duas mil crônicas, cuja seleta propiciou a edição dos seguintes livros: A donzela e a moura torta; 100 Crônicas escolhidas; O brasileiro perplexo e O caçador de tatu. No Rio, onde reside desde 1939, colaborou no Diário de Notícias, em O Cruzeiro e em O Jornal. Tem duas peças de teatro, Lampião, escrita em 1953, e A Beata Maria do Egito, de 1958, laureada com o prêmio de teatro do Instituto Nacional do Livro, além de O padrezinho santo, peça que escreveu para a televisão, ainda inédita em livro. No campo da literatura infantil, escreveu o livro O menino mágico, a pedido de Lúcia Benedetti. O livro surgiu, entretanto, das histórias que inventava para os netos. Dentre as suas atividades, destaca-se também a de tradutora, com cerca de quarenta volumes já vertidos para o português.
Foi membro do Conselho Federal de Cultura, desde a sua fundação, em 1967, até sua extinção, em 1989. Participou da 21ª Sessão da Assembléia Geral da ONU, em 1966, onde serviu como delegada do Brasil, trabalhando especialmente na Comissão dos  Direitos do Homem. Em 1988, iniciou sua colaboração semanal no jornal O Estado de S. Paulo  e no Diário de Pernambuco.
Recebeu o Prêmio  Nacional de Literatura de Brasília para conjunto de obra em 1980; o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do Ceará, em 1981; a Medalha Mascarenhas de Morais, em solenidade realizada no Clube Militar (1983); a Medalha Rio Branco, do Itamarati (1985); a Medalha do Mérito Militar no grau de Grande Comendador (1986); a Medalha da Inconfidência do Governo de Minas Gerais (1989); O Prêmio Luís de Camões (1993); o Prêmio Moinho Santista, na categoria de romance (1996); o  Diploma de Honra ao Mérito do Rotary Clube do Rio de Janeiro (1996);  o título de Doutor Honoris Causa, pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (2000). Em 2000, foi eleita para o elenco dos “20 Brasileiros empreendedores do Século XX”, em pesquisa realizada pela PPE (Personalidades Patrióticas Empreendedoras).

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Hoje é aniversário de Isabel Allende

"O meticuloso exercício da escrita pode ser a nossa salvação." Essa frase de Isabel Allende, em seu livro "Paula", talvez dê uma pista sobre o significado da literatura para a escritora.

Isabel Allende, filha de diplomata e sobrinha do presidente chileno Salvador Allende, nasceu no exterior, mas tem nacionalidade chilena. Trabalhou como jornalista em periódicos, em revistas femininas e na televisão antes de publicar seus livros. Também foi colaboradora da FAO (Food and Agriculture Organization, órgão das Nações Unidas) em Santiago do Chile.

Após o golpe do general e a morte de Salvador Allende, em 1973, o clima de terror obrigou-a a abandonar o Chile com a família e buscar refúgio na Venezuela. Em Caracas, trabalhou como repórter do jornal "El Nacional" e como professora de idiomas numa escola pública. Escreveu histórias infantis, além de algumas peças teatrais. Depois de se divorciar do primeiro marido, Miguel Frías, Isabel Allende mudou-se para a Califórnia (EUA), onde, em 1988, se casou com o americano Willie Gordon.

Isabel atribui seu êxito como escritora ao célebre poeta chileno Pablo Neruda, que no inverno de 1973 aconselhou-a a abandonar seu trabalho como repórter para se dedicar a escrever livros de ficção. Ela não levou muito a sério a sugestão, e demorou quase dez anos para transformar a idéia em realidade.

Seu primeiro romance, "A Casa dos Espíritos" (de 1982, adaptado ao cinema em 1993), foi bem recebido pela crítica, e colocou o nome de Isabel na tradição literária do realismo mágico de Gabriel García Márquez. As crônicas familiares misturadas à política também deram o tema ao seu romance seguinte, "De amor e de sombra" (1984). Seguiram-se "Eva Luna" (1985), "Histórias de Eva Luna" (contos, 1989), "Paula" (sobre a doença e morte de sua filha, 1991), "Plano infinito" (1993), "Afrodite" (histórias e receitas afrodisíacas, 1994) e "Filhas da fortuna" (1999).

Sua fama de escritora, aliada à sua condição de refugiada, fizeram dela palestrante requisitada nos Estados Unidos e Europa. Foi também professora universitária de literatura na Universidade de Berkeley, entre outras. É considerada a mais famosa romancista contemporânea da América Latina. Atualmente, continua morando nos EUA.

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