sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Os livros mais vendidos da história

1 - Bíblia Sagrada: ~2 bilhões de cópias
2 - Citações do Comandante Mao : ~900 milhões-2 bilhões de cópias
3 - Alcorão: ~600-800 milhões de cópias
Figura 1
4 - Dicionário Xinhua Zidian: ~400 milhões de cópias
5 - Um Conto de Duas Cidades (Charles Dickens): ~200  milhões de cópias (figura 1)
6 - Livro de Mórmon: ~180 milhões de cópias
7 - Escotismo para Rapazes (Robert Baden-Powell): ~150 milhões de cópias
8 - O Senhor dos Anéis (J.R.R. Tolkien): ~160 milhões de cópias
9 - Harry Potter e a Pedra Filosofal (J.K. Rowling): ~110 milhões de cópias
10 - A Verdade que Conduz à Vida Eterna: ~107 milhões de cópias
11- O Caso dos Dez Negrinhos (Agatha Christie): ~100 milhões de cópias (Figura 2)
Figura 2
12 - O Hobbit (J.R.R. Tolkien): ~100 milhões de cópias
13 - O Sonho da Câmara Vermelha (Cao Xueqin): ~100 milhões de cópias (Figura 3)
14 - As Crônicas de Nárnia (C.S. Lewis): ~100 milhões de cópias (Figura 4)
15 - Livro Guiness dos Recordes: ~100 milhões de cópias
16 - Ela, a Feiticeira (Henry Rider Haggard): ~83 milhões de cópias (Figura 5)
17 - O Pequeno Príncipe (Antoine de Saint-Exupéry): ~80 milhões de cópias
18 - The World Almanac and Book of Facts: ~80 milhões de cópias
19 - O Código Da Vinci (Dan Brown): ~80 milhões de cópias
Figura 3
20 - Harry Potter e a Câmara Secreta (J.K. Rowling): ~77 milhões de cópias
21 - Mensagem a Garcia (Elbert Hubbard): ~70 milhões de cópias
22 - Harry Potter e o Cálice de Fogo (J.K. Rowling): ~67 milhões de cópias
23 - Harry Potter e o Enigma do Príncipe (J.K. Rowling): ~66 milhões de cópias
24 - O Apanhador no Campo de Centeio (J.D. Salinger): ~65 milhões de cópias
25 - O Alquimista (Paulo Coelho): ~65 milhões de cópias (Figura 6)
26 - Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (J.K. Rowling): ~61 milhões de cópias
Figura 4
27 - Dicionário Webster da Língua Inglesa (Noah Webster): ~55 milhões de cópias
28 - Harry Potter e a Ordem da Fênix (J.K. Rowling): ~55 milhões de cópias
29 - Heidi (Johanna Spyri): ~52 milhões de cópias
30 - Meu Filho, Meu Tesouro (Dr. Benjamin Spock): ~50 milhões de cópias
31 - As Minas do Rei Salomão (Henry Rider Haggard): ~50 milhões de cópias
32 - Ben-Hur- Uma História dos Tempos de Cristo (Lew Wallace): ~50 milhões de cópias
33 - A Marca do Zorro (Johnston McCulley): ~50 milhões de cópias
34 - O Nome da Rosa (Umberto Eco): ~50 milhões de cópias
35 - O Relatório Hite sobre a Sexualidade Feminina (Shere Hite): ~48 milhões de cópias
36 - Crepúsculo (Stephenie Meyer): ~47 milhões de cópias
37 - A menina e o porquinho (E.B. White): ~45 milhões de cópias
38 - Harry Potter e as Relíquias da Morte (J.K. Rowling): ~44 milhões de cópias
39 - Fernão Capelo Gaivota (Richard Bach): ~40 milhões de cópias
Figura 5
40 - A História do Pedro Coelho (Beatrix Potter): ~40 milhões de cópias
41- Anjos e Demônios (Dan Brown): ~39 milhões de cópias
42 - Guerra e Paz (Leo Tolstoy): ~36 milhões de cópias
43 - Cem Anos de Solidão (Gabriel García Márquez): ~36 milhões de cópias
44 - As aventuras de Pinóquio (Carlo Collodi): ~35 milhões de cópias
45 - Você pode curar a si mesmo (Louise Hay): ~35 milhões de cópias
46 - Seus Pontos Fracos (Wayne W. Dyer): ~35 milhões de cópias
47 - Em seus Passos... O que Faria Jesus? (Charles M. Sheldon): ~35 milhões de cópias
Figura 6
48 - O Diário de Anne Frank (Anne Frank): ~30 milhões de cópias
49 - Dicionário Oxford da Língua Inglesa (A.S. Hornby): ~30 milhões de cópias
50 - A Lei do Triunfo (Napoleon Hill): ~30 milhões de cópias
51 - O Sol é Para Todos (Harper Lee): ~30 milhões de cópias
52 - O Vale das Bonecas (Jacqueline Susann): ~30 milhões de cópias
53 - Pássaros Feridos (Colleen McCullough): ~30 milhões de cópias
54 - E o Vento Levou (Margaret Mitchell): ~30 milhões de cópias
55 - A Cabana do Pai Tomás (Harriet Beecher Stowe): ~28 milhões de cópias
56 - Orgulho e Preconceito (Jane Austen): ~28 milhões de cópias

Estamos de volta

Depois de quase dois meses sem postagens voltamos neste mês de novembro.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Álvares de Azevedo nasceu em12/09/1931

Manuel Antônio Álvares de Azevedo (São Paulo, 12 de setembro de 1831 — Rio de Janeiro, 25 de abril de 1852), filho do doutor Inácio Manuel Álvares de Azevedo e dona Luísa Azevedo, foi extremamente devotado à família, como se pode ver pelo início de um de seus mais célebres poemas:

"Se eu morresse amanhã, viria ao menos / Fechar meus olhos minha triste irmã; / Minha mãe de saudades morreria / Se eu morresse amanhã!"

Pertenceu à chamada segunda geração do Romantismo brasileiro, influenciada pelo poeta Byron, cuja poesia se caracterizou pelo ultra-romantismo, subjetividade e pessimismo frente à vida.
Em todo o mundo, os integrantes dessa tendência romântica olhavam com desencanto para a vida e consideravam o sentimento do tédio como o "mal do século". Levavam vidas boêmias e desregradas, o que levou grande parte deles a contrair tuberculose.
A morte constitui o tema de grande parte dos poemas de Álvares de Azevedo. O paradoxo é que sendo ele o poeta dos versos sombrios e cinzentos, também cultivou o humorismo na sua poesia, devido à irreverente ironia de alguns dos seus poemas, como o famoso "Namoro a cavalo" ou "A lagartixa" que começa com os seguintes versos:

"A lagartixa ao sol ardente vive/ E fazendo verão o corpo espicha:/ O clarão de teus olhos me dá vida/ Tu és o sol e eu sou a lagartixa.
Outro elemento constante em suas poesias é a mulher, ora apresentada como virgem, bondosa e amada, ora prostituta, ordinária e vadia. Seus poemas também são marcados pelo patriotismo e o saudosismo da infância, além de certo satanismo, ligado à morbidez e à rebeldia dos românticos.
Álvares de Azevedo foi vitimado pela tuberculose aos 21 anos incompletos. Todas suas obras foram publicadas em livro postumamente: os poemas de "Lira dos Vinte Anos", a peça teatral "Macário", e o livro de contos "A Noite na Taverna".
Álvares de Azevedo é a patrono da Cadeira no 2 da Academia Brasileira de Letras.
Confira um dos seus poemas

Se Eu Morresse Amanhã

Se eu morresse amanhã, viria ao menos
Fechar meus olhos minha triste irmã,
Minha mãe de saudades morreria
Se eu morresse amanhã!


Quanta glória pressinto em meu futuro!
Que aurora de porvir e que manhã!
Eu perdera chorando essas coroas
Se eu morresse amanhã!


Que sol! que céu azul! que doce n’alva
Acorda ti natureza mais louçã!
Não me batera tanto amor no peito
Se eu morresse amanhã!


Mas essa dor da vida que devora
A ânsia de glória, o dolorido afã...
A dor no peito emudecera ao menos
Se eu morresse amanhã!

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Amanhã 07 de Setembro Dia da Independência do Brasil

No dia 7 de setembro de 1822, o príncipe regente Dom Pedro, irritado com as exigências da corte, declarou oficialmente a separação política entre a colônia que governava e Portugal. Em outras palavras, ele proclamou a Independência do Brasil.
Um mês depois, mais precisamente em 12 de outubro de 1822, Dom Pedro foi aclamado imperador e, em 1º de dezembro, coroado pelo bispo do Rio de Janeiro, recebendo o título de Dom Pedro 1º.
Resumidamente, a conquista da independência do nosso país poderia ser contada dessa forma, mas a história não é tão simples assim. Começa realmente com o enfraquecimento do sistema colonial e a chegada da corte portuguesa ao Brasil (1808) e só termina em 1824, com a adoção da primeira Constituição brasileira.

Os motivos da separação
Entre os séculos 18 e 19, cresceram no Brasil as pressões externas e internas contra o monopólio comercial português e a cobrança de altos impostos numa época de livre comércio.
Diversas revoltas - a exemplo da Inconfidência Mineira, Conjuração Baiana e a Revolta Pernambucana de 1817 -, aliadas à Revolução Francesa e à independência dos Estados Unidos, provocaram o enfraquecimento do colonialismo e reforçaram o liberalismo comercial no Brasil. Em 1808, com a abertura dos portos, o Brasil passou a ter mais liberdade econômica e, com sua elevação à categoria de Reino Unido, deixou de ser, formalmente, uma colônia.
Em 1820, a burguesia portuguesa tentou resgatar sua supremacia comercial, promovendo a Revolução Liberal do Porto. No ano seguinte, o parlamento português obrigou Dom João 6º a jurar lealdade à Constituição e a voltar para Portugal. Seu filho Dom Pedro foi deixado no Brasil, na condição de príncipe regente, para conduzir uma eventual a separação política.

O rompimento
As pressões contra o controle de Portugal cresceram na colônia, e a metrópole passou a exigir a volta de Dom Pedro. O príncipe deu sua resposta a Portugal no dia 9 de janeiro de 1822 (Dia do Fico), com a célebre frase "Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, diga ao povo que fico".
Iniciou-se um esforço político por parte dos ministros e conselheiros de Dom Pedro, pela permanência dos vínculos com Portugal, mantendo um pouco de autonomia para o Brasil. Queriam uma independência sem traumas, mas as críticas ao colonialismo ficaram insustentáveis. Dom Pedro, então, se viu pressionado a oficializar o rompimento.
Foi assim que, em 3 de junho de 1822, Dom Pedro convocou a primeira Assembléia Constituinte brasileira. Em 1º de agosto, declarou inimigas as tropas portuguesas que desembarcassem no Brasil e, dias depois, assinou o Manifesto às Nações Amigas, justificando o rompimento com as cortes de Lisboa e garantindo a independência do país, como reino irmão de Portugal.
Em represália, os portugueses anularam a convocação da Assembléia Constituinte brasileira, enviaram tropas à colônia e exigiram o retorno imediato do príncipe regente a Portugal. No dia 7 de setembro de 1822, durante uma visita a São Paulo, nas proximidades do rio Ipiranga, Dom Pedro recebeu uma carta com as exigências das cortes e reagiu proclamando a independência do Brasil. Bahia, Maranhão e Pará, que tinham juntas governantes de maioria portuguesa, só reconheceram a independência em meados do ano seguinte, depois de muitos conflitos entre a população e os soldados portugueses.
No início de 1823, houve eleições para a Assembléia Constituinte que elaboraria e aprovaria a Carta constitucional do império brasileiro, mas, em virtude de divergências com Dom Pedro, a Assembléia logo foi fechada. A 1ª Constituição brasileira foi, então, elaborada pelo Conselho de Estado e outorgada pelo imperador em 25 de março de 1824.
Com a Constituição em vigor, a separação entre a colônia e a metrópole foi finalmente concretizada. Mesmo assim, a independência só é reconhecida por Portugal em 1825, com a assinatura do Tratado de Paz e Aliança entre Portugal e Brasil, por Dom João VI.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Paulo Coelho: o mago escritor

Nascido no dia 24 de agosto de 1947, no Rio de Janeiro, Paulo Coelho já vendeu quase 65 milhões de exemplares de seus livros, traduzidos para 56 idiomas em mais de 150 países.  
O alquimista, seu primeiro trabalho de grande repercussão, lançado em 1988, é o livro brasileiro mais bem-sucedido de todos os tempos, com 11 milhões de exemplares vendidos. O título é recomendado por diversos cursos de MBA e foi adotado por escolas de mais de 30 países. Os direitos de adaptação da história para o cinema foram adquiridos pela Warner Brothers, que deu ao ator Laurence Fishburne a incumbência de dirigir e produzir o filme.
Onze minutos foi o livro mais vendido do mundo em 2003, segundo a revista americana Publishing Trends, feito ainda mais surpreendente se se considerar que o romance ainda não tinha sido lançado nos EUA, Japão e outros dez países, o que só aconteceria em 2004. O livro alcançou o primeiro lugar de vendagem em todos os países onde foi editado, exceto na Inglaterra, onde ficou na segunda posição. Em sua obra, destacam-se também Brida, As Valkírias , Na margem do rio Piedra eu sentei e chorei , Maktub , O Monte Cinco , O manual do guerreiro da luz , Veronika decide morrer , O Zahir e O demônio e a Srta. Prym . Além disso, Paulo Coelho assina uma coluna no jornal carioca O Globo e em diários de mais de 30 países. Suas histórias já inspiraram peças de teatro, sinfonias, um jogo eletrônico, um musical e uma telenovela mundo afora. Dentre os diversos títulos de prestígio que ostenta, o autor é conselheiro especial da Unesco para diálogos interculturais e convergências espirituais, ocupa a cadeira 21 da Academia Brasileira de Letras e é membro da diretoria da Schwab Foundation for Social Entrepreneurship, da Shimon Peres Foundation e da Lord Menuhin Foundation. Já foi convidado seis vezes consecutivas para participar da reunião do Fórum Econômico Mundial, em Davos, Suíça. Recebeu o Prêmio Bambi de Personalidade Cultural do Ano (Alemanha, 2001), o Prêmio Fregene de Literatura (Itália, 2001), o título de Oficial de Artes e Letras (França, 2003), a Legião de Honra (a mais prestigiada condecoração francesa, em 2001), a Ordem do Rio Branco (Brasil) e muitas outras honrarias.
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