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quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Prezada Biblioteca perdi seu livro
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quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Estamos de volta das férias e após um longo inverno de volta ao blog
Queridos leitores, devido a correria do final do 1º semestre ficamos sem novas postagens no blog da Biblioteca Monteiro Lobato. Infelizmente estamos desfalcados de funcionários, mas seguiremos firmes com o blog. Um abraço, Claudinei.
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quarta-feira, 28 de março de 2012
Cerca de 75% dos brasileiros jamais pisaram em uma biblioteca, diz pesquisa do Instituto Pró-Livro.
Cerca de 75% dos brasileiros jamais pisaram em uma biblioteca, diz estudo, apesar da pesquisa do Instituto Pró-Livro mostra que 71% da população têm fácil acesso a uma biblioteca
O desempregado gaúcho Rodrigo Soares tem 31 anos e nunca foi a uma biblioteca. Na tarde desta terça-feira, ele lia uma revista na porta da Biblioteca São Paulo, zona norte da cidade. "A correria acaba nos forçando a esquecer essas coisas." E Soares não está sozinho. Cerca de 75% da população brasileira jamais pisou numa biblioteca - apesar de quase o mesmo porcentual (71%) afirmar saber da existência de uma biblioteca pública em sua cidade e ter fácil acesso a ela.
Os dados fazem parte da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro (IPL), o mais completo estudo sobre comportamento leitor. O Estado teve acesso com exclusividade a parte do levantamento, cuja íntegra será divulgada nesta quarta-feira em Brasília.
Para a presidente do IPL, Karine Pansa, os dados colhidos pelo Ibope Inteligência mostram que o desafio, em geral, não é mais possibilitar o acesso ao equipamento, mas fazer com que as pessoas o utilizem. "O maior desafio é transformar as bibliotecas em locais agradáveis, onde as pessoas gostam de estar, com prazer. Não só para estudar."
A preocupação de Karine faz todo sentido quando se joga uma luz sobre os dados. Ao serem questionados sobre o que a biblioteca representa, 71% dos participantes responderam que o local é "para estudar". Em segundo lugar aparece "um lugar para pesquisa", seguido de "lugar para estudantes". Só 16% disseram que a biblioteca existe "para emprestar livros de literatura". "Um lugar para lazer" aparece com 12% de respostas.
Perfil. A maioria das pessoas que frequentam uma biblioteca está na vida escolar - 64% dos entrevistados usam bibliotecas de escolas ou faculdades. Dados sobre a faixa etária (mais informações nesta página) mostram que, em geral, as pessoas as utilizam nessa fase e vão abandonando esse costume ao longo da vida.
A gestora ambiental Andrea Marin, de 39 anos, gosta de livros e lê com frequência. Mas não vai a uma biblioteca desde que saiu dos bancos escolares. "A imagem que tenho é de que se trata de um lugar de pesquisa. E para pesquisar eu sempre recorro à internet", disse Andrea.
Enquanto folheava uma obra na Livraria Cultura do Shopping Bourbon, na Pompeia, zona oeste, diz que prefere as livrarias. Interessada em moda, ela procurava livros que pudessem ajudá-la com o assunto. "Nem pensei em procurar uma biblioteca. Nas livrarias há muita coisa, café, facilidades. E a biblioteca, onde ela está?", questiona. Dez minutos depois, passa no caixa e paga R$ 150 por dois livros.
O estudante universitário Eduardo Vieira, de 23 anos, também não se lembra da última vez que foi a uma biblioteca. "Moro em Diadema e lá tem muita biblioteca. A livraria acaba mais atualizada", diz ele, que revela ler só obras cristãs. "Acho que nem tem esse tipo de livro nas bibliotecas."
Fonte: Estadão.com
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quinta-feira, 8 de março de 2012
Estamos de volta
Amigos leitores o Blog da Biblioteca Monteiro Lobato da E.M. Ana Alves Teixeira estivemos muito ocupados fazendo uma reformulação na nossa biblioteca, mas estamos de volta com novas postagens. Abraços. BML
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segunda-feira, 23 de maio de 2011
MANIFESTO EM DEFESA DA BIBLIOTECA ESCOLAR
No contexto do projeto de ensino-aprendizagem, a biblioteca escolar
apresenta-se como um centro de aprendizagem cuja função pedagógica está
relacionada a: a) uma ação em prol da leitura, do incentivo à criação do gosto
de ler; b) a pesquisa escolar e ao trabalho intelectual que proporcionarão ao
educando meios para melhor desempenhar seus papéis sociais; e c) a ação
cultural com vistas a favorecer o entendimento da identidade do cidadão no
espaço onde vive. A biblioteca escolar não somente lida com as demandas do
aluno, mas, sobretudo, atua no contexto do projeto político-pedagógico da
escola, através do trabalho conjunto com o professor e a gestão escolar.
Segundo o Manifesto da UNESCO, a biblioteca escolar é o espaço que “[...]
promove serviços de apoio à aprendizagem e livros aos membros da
comunidade escolar, oferecendo-lhes a possibilidade de se tornarem
pensadores críticos e efetivos usuários da informação, em todos os formatos e
meios”, ou seja, competentes em informação.
As entidades e pessoas físicas que assinam este Manifesto expõem sua
preocupação com o momento pelo qual passa a educação no Brasil, com
baixos índices de aprendizagem dos alunos, mensurados tanto pelo Sistema
de Avaliação da Educação Básica (SAEB), quanto pelo Programa Internacional
de Avaliação de Alunos (PISA), demonstrando que os estudantes brasileiros
não possuem competência em leitura e escrita. Diante deste fato, acredita-se
que se as instituições de ensino investirem na criação de espaços de
bibliotecas bem equipadas, com acervos que atendam ao projeto político
pedagógico das escolas e administradas por profissionais bibliotecários, esta
triste realidade poderá sofrer significativa transformação.
Alguns documentos elaborados pelo Ministério da Educação apontam para a
importância da biblioteca na prática da leitura e escrita, um dos maiores
problemas da educação atualmente, dentre estes citam-se os Parâmetros
Curriculares Nacionais (PCN’s), que, no módulo de Língua Portuguesa cita a
biblioteca como um espaço apto a influenciar e incentivar a prática da leitura e
escrita.
O Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) distribui acervos para
bibliotecas escolares. No que pese ser esta a única iniciativa desenvolvida no
âmbito da federação para as bibliotecas escolares1, é tácito afirmar que tal
Programa não atende as expectativas do contexto no qual se inserem as
discussões apresentadas, pois, se as escolas não possuem bibliotecas e muito
menos bibliotecários, como estão sendo dinamizados esses acervos?
De fato, os diagnósticos existentes no País acerca das condições das
bibliotecas escolares, bem como as decisões emanadas do Tribunal de Contas
da União (TCU) em seus Acórdãos n. 604/2004 e n°1287/2005, apontam que a
1
O governo federal possui outros programas voltados para as questões de leitura, desenvolvidos no
âmbito do Plano Nacional do Livro e da Leitura contudo, eles estão destinados à biblioteca pública, que
não é o foco deste Manifesto.
grande maioria dos responsáveis técnicos e diretores das escolas não tem
noção dos serviços que podem ser oferecidos pelas bibliotecas, o que impede
a criação de muitas oportunidades e que essas bibliotecas atuem como
ambientes de busca e aprimoramento de conhecimentos. Os diretores das
escolas e os responsáveis técnicos não têm domínio sobre a concepção do
funcionamento de uma biblioteca e se arriscam ao apontar a dimensão do
espaço físico destinado a leitura como única diferença entre biblioteca e sala
de leitura: a biblioteca seria aquela com maior espaço físico, a despeito da
constituição do acervo, serviços oferecidos e nível de tratamento e organização
das obras. Ainda, é oportuno destacar que, na maioria dos casos, o horário de
atendimento não é regular nem suficiente para atender aos estudantes, sendo
que os raros freqüentadores pouco usam ou têm consciência de suas
potencialidades em termos de serviços. Os dados do Censo Escolar 2004
destacam que 51,7% dos alunos do ensino básico e profissional dispõem de
bibliotecas escolares, não permitem inferir que estes discentes de fato as
usem, ou, pelo menos, reconheçam a existência destes espaços para mediar
seu processo de ensino-aprendizagem.
Considerando que uma das atividades a ser desenvolvida pela biblioteca
escolar é o incentivo à leitura, o Instituto Pró-Leitura (IPL) efetuou, no primeiro
semestre de 2008, a segunda edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil,
que se constitui no principal estudo sobre o comportamento do leitor no País,
na expectativa de contribuir para a avaliação dos impactos das políticas
públicas que possibilitem o acesso ao livro e à leitura, visando identificar as que
efetivamente trouxeram resultados no incentivo ao gosto de ler. Dentre suas
conclusões, com relação aos dados levantados sobre o uso de bibliotecas, a
pesquisa aponta para a necessidade de a escola assumir verdadeiramente seu
papel de formadora de leitores, intensificando sua ação em todas as direções
que se relacionam com o gosto pela leitura.
Ressalte-se que biblioteca escolar, embora se constitua em um espaço de
aquisição e disseminação de cultura e informação, apresenta-se carente das
condições adequadas para ofertar um serviço cidadão, no sentido de que está
impedida de viabilizar um processo de democratização da informação com
amplo acesso aos meios de cultura, uma vez que a sua existência está
condicionada única e exclusivamente à presença de acervo, e não à oferta de
serviços capazes de promover o acesso aos saberes registrados nos artefatos
culturais que a biblioteca escolar deve disponibilizar.
Nessa abrangência, o Sistema CFB/CRB compreende que o trabalho da
biblioteca escolar há de ter como ponto de partida o contexto da escola, seu
projeto pedagógico e a cultura geral que compõe o conjunto de saberes que
fundamentam e dão sentido ao modo de vida e à existência de cada membro
da comunidade escolar. Isto implica analisar uma dada realidade, refletindo
sobre as condições existentes e prever as formas alternativas de ação para
superar as dificuldades ou para alcançar os objetivos desejados pela proposta
pedagógica desenvolvida no âmbito da escola.
O gasto de numerário público, como já destacado, em simples aquisição e
distribuição de acervo, principalmente composto de livros, sem abranger a
existência, organização e manutenção de bibliotecas fere o interesse público, já
que em última instância, esses recursos são extraídos dos cofres públicos a
partir da arrecadação efetuada através do contribuinte, configurando-se em
malbaratação do patrimônio cultural, que falsamente está sendo construído,
pois a informação não cumpre o seu potencial de circulação, seja em termos
sociais ou geográficos ou melhorando o nível de conhecimento do alunado e
dos educadores em geral.
Mais do que propor o exato modelo de bibliotecas escolares, as organizações
abaixo-assinadas reivindicam o respeito aos princípios estabelecidos na
Constituição Federal (1988), no que tange ao direito do cidadão em ter acesso
a um espaço no qual a informação concretiza seu papel social, democratizante,
vez que não se pode pretender que o acervo não processado de forma técnica,
científica, atenda a essa função que, por ser social é garantia da construção da
cidadania. É exatamente, diga-se de outro modo, a informação que se
organiza, processa e se dissemina, após receber o tratamento adequado, que
poderá atender ao cidadão em amplo raio de demandas e níveis de
compreensão.
Brasília, 20 de março de 2009.
Conselho Federal de Biblioteconomia
apresenta-se como um centro de aprendizagem cuja função pedagógica está
relacionada a: a) uma ação em prol da leitura, do incentivo à criação do gosto
de ler; b) a pesquisa escolar e ao trabalho intelectual que proporcionarão ao
educando meios para melhor desempenhar seus papéis sociais; e c) a ação
cultural com vistas a favorecer o entendimento da identidade do cidadão no
espaço onde vive. A biblioteca escolar não somente lida com as demandas do
aluno, mas, sobretudo, atua no contexto do projeto político-pedagógico da
escola, através do trabalho conjunto com o professor e a gestão escolar.
Segundo o Manifesto da UNESCO, a biblioteca escolar é o espaço que “[...]
promove serviços de apoio à aprendizagem e livros aos membros da
comunidade escolar, oferecendo-lhes a possibilidade de se tornarem
pensadores críticos e efetivos usuários da informação, em todos os formatos e
meios”, ou seja, competentes em informação.
As entidades e pessoas físicas que assinam este Manifesto expõem sua
preocupação com o momento pelo qual passa a educação no Brasil, com
baixos índices de aprendizagem dos alunos, mensurados tanto pelo Sistema
de Avaliação da Educação Básica (SAEB), quanto pelo Programa Internacional
de Avaliação de Alunos (PISA), demonstrando que os estudantes brasileiros
não possuem competência em leitura e escrita. Diante deste fato, acredita-se
que se as instituições de ensino investirem na criação de espaços de
bibliotecas bem equipadas, com acervos que atendam ao projeto político
pedagógico das escolas e administradas por profissionais bibliotecários, esta
triste realidade poderá sofrer significativa transformação.
Alguns documentos elaborados pelo Ministério da Educação apontam para a
importância da biblioteca na prática da leitura e escrita, um dos maiores
problemas da educação atualmente, dentre estes citam-se os Parâmetros
Curriculares Nacionais (PCN’s), que, no módulo de Língua Portuguesa cita a
biblioteca como um espaço apto a influenciar e incentivar a prática da leitura e
escrita.
O Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) distribui acervos para
bibliotecas escolares. No que pese ser esta a única iniciativa desenvolvida no
âmbito da federação para as bibliotecas escolares1, é tácito afirmar que tal
Programa não atende as expectativas do contexto no qual se inserem as
discussões apresentadas, pois, se as escolas não possuem bibliotecas e muito
menos bibliotecários, como estão sendo dinamizados esses acervos?
De fato, os diagnósticos existentes no País acerca das condições das
bibliotecas escolares, bem como as decisões emanadas do Tribunal de Contas
da União (TCU) em seus Acórdãos n. 604/2004 e n°1287/2005, apontam que a
1
O governo federal possui outros programas voltados para as questões de leitura, desenvolvidos no
âmbito do Plano Nacional do Livro e da Leitura contudo, eles estão destinados à biblioteca pública, que
não é o foco deste Manifesto.
grande maioria dos responsáveis técnicos e diretores das escolas não tem
noção dos serviços que podem ser oferecidos pelas bibliotecas, o que impede
a criação de muitas oportunidades e que essas bibliotecas atuem como
ambientes de busca e aprimoramento de conhecimentos. Os diretores das
escolas e os responsáveis técnicos não têm domínio sobre a concepção do
funcionamento de uma biblioteca e se arriscam ao apontar a dimensão do
espaço físico destinado a leitura como única diferença entre biblioteca e sala
de leitura: a biblioteca seria aquela com maior espaço físico, a despeito da
constituição do acervo, serviços oferecidos e nível de tratamento e organização
das obras. Ainda, é oportuno destacar que, na maioria dos casos, o horário de
atendimento não é regular nem suficiente para atender aos estudantes, sendo
que os raros freqüentadores pouco usam ou têm consciência de suas
potencialidades em termos de serviços. Os dados do Censo Escolar 2004
destacam que 51,7% dos alunos do ensino básico e profissional dispõem de
bibliotecas escolares, não permitem inferir que estes discentes de fato as
usem, ou, pelo menos, reconheçam a existência destes espaços para mediar
seu processo de ensino-aprendizagem.
Considerando que uma das atividades a ser desenvolvida pela biblioteca
escolar é o incentivo à leitura, o Instituto Pró-Leitura (IPL) efetuou, no primeiro
semestre de 2008, a segunda edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil,
que se constitui no principal estudo sobre o comportamento do leitor no País,
na expectativa de contribuir para a avaliação dos impactos das políticas
públicas que possibilitem o acesso ao livro e à leitura, visando identificar as que
efetivamente trouxeram resultados no incentivo ao gosto de ler. Dentre suas
conclusões, com relação aos dados levantados sobre o uso de bibliotecas, a
pesquisa aponta para a necessidade de a escola assumir verdadeiramente seu
papel de formadora de leitores, intensificando sua ação em todas as direções
que se relacionam com o gosto pela leitura.
Ressalte-se que biblioteca escolar, embora se constitua em um espaço de
aquisição e disseminação de cultura e informação, apresenta-se carente das
condições adequadas para ofertar um serviço cidadão, no sentido de que está
impedida de viabilizar um processo de democratização da informação com
amplo acesso aos meios de cultura, uma vez que a sua existência está
condicionada única e exclusivamente à presença de acervo, e não à oferta de
serviços capazes de promover o acesso aos saberes registrados nos artefatos
culturais que a biblioteca escolar deve disponibilizar.
Nessa abrangência, o Sistema CFB/CRB compreende que o trabalho da
biblioteca escolar há de ter como ponto de partida o contexto da escola, seu
projeto pedagógico e a cultura geral que compõe o conjunto de saberes que
fundamentam e dão sentido ao modo de vida e à existência de cada membro
da comunidade escolar. Isto implica analisar uma dada realidade, refletindo
sobre as condições existentes e prever as formas alternativas de ação para
superar as dificuldades ou para alcançar os objetivos desejados pela proposta
pedagógica desenvolvida no âmbito da escola.
O gasto de numerário público, como já destacado, em simples aquisição e
distribuição de acervo, principalmente composto de livros, sem abranger a
existência, organização e manutenção de bibliotecas fere o interesse público, já
que em última instância, esses recursos são extraídos dos cofres públicos a
partir da arrecadação efetuada através do contribuinte, configurando-se em
malbaratação do patrimônio cultural, que falsamente está sendo construído,
pois a informação não cumpre o seu potencial de circulação, seja em termos
sociais ou geográficos ou melhorando o nível de conhecimento do alunado e
dos educadores em geral.
Mais do que propor o exato modelo de bibliotecas escolares, as organizações
abaixo-assinadas reivindicam o respeito aos princípios estabelecidos na
Constituição Federal (1988), no que tange ao direito do cidadão em ter acesso
a um espaço no qual a informação concretiza seu papel social, democratizante,
vez que não se pode pretender que o acervo não processado de forma técnica,
científica, atenda a essa função que, por ser social é garantia da construção da
cidadania. É exatamente, diga-se de outro modo, a informação que se
organiza, processa e se dissemina, após receber o tratamento adequado, que
poderá atender ao cidadão em amplo raio de demandas e níveis de
compreensão.
Brasília, 20 de março de 2009.
Conselho Federal de Biblioteconomia
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sexta-feira, 11 de março de 2011
DIA DO BIBLIOTECÁRIO É AMANHÃ 12/03
Nesse dia do bibliotecário, queremos agradecer todos os usuários que respeitam e valorizam o trabalho desenvolvido na Biblioteca Monteiro Lobato e em todas as bibliotecas da rede municipal de Belo Horizonte. Esse é, sem dúvida, o nosso maior presente!
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sexta-feira, 12 de março de 2010
DIA DO BIBLIOTECÁRIO
Dia do Bibliotecário
O Dia do Bibliotecário é comemorado em 12 de março em homenagem à data do nascimento do bibliotecário, escritor e poeta Manuel Bastos Tigre. O Decreto 84.631, de 09/04/1980, foi assinado pelo então presidente da República João Figueiredo.
Manuel Bastos Tigre nasceu no dia 12 de março de 1882. Em 1906, depois de finalizar seu curso de Engenharia, foi fazer um aperfeiçoamento em eletricidade, nos Estados Unidos. Lá, conheceu o bibliotecário Melvil Dewey, que o deixou interessado pela profissão. Aos 33 anos, Manuel foi trabalhar com biblioteconomia. Ficou em primeiro lugar no concurso para bibliotecário do Museu Nacional do Rio de Janeiro. Entre 1945 e 1947, trabalhou na Biblioteca Nacional e depois assumiu a direção da Biblioteca Central da Universidade do Brasil.JN
Oração do Bibliotecário
Senhor, tu me deste o dom da paciência e,
Mais do que ela, o de ouvidor;
De silenciar e de achar justificativas
Para cada "típico" usuário da informação
Que busca o meu auxílio.
Eu sou o elo entre a informação e a necessidade do usuário.
Eu sou o seletor dos documentos.
Eu sou o intérprete dos desejos alheios.
Faze, Senhor, que eu me policie diante da vontade
De interferência na necessidade de outrem.
Eu sou o leitor telegráfico e assíduo de tudo a que tenho acesso.
Faze, Senhor, com que eu saiba discernir entre o necessário
E o desnecessário, a fim de atender às pessoas.
Eu sou o protagonista de cenas isoladas e pesquisas exaustivas.
Faze, Senhor, com que eu possa ser assistido
Pelas pessoas certas.
Senhor, permite que eu me mantenha fiel
Ao compromisso de informar, indistintamente,
A todos que procurarem por uma informação.
Permite que eu não vacile diante dos trabalhos exaustivos.
Que eu não esmoreça diante das críticas.
Que eu não duvide da capacidade
De servir aos amantes da informação.
Permite que eu seja criativa a cada novo sol,
E, quando dele me afastar,
Seja porque me aproximei de ti para sempre.
Amém!
Autora: Maria Aparecida Sell
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